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A importância dos novos laboratórios na formação acadêmica

Mudanças na Famecos oportunizam aos alunos visão mais ampla de carreira e formação mais completa
Ambiente de trabalho, onde estudantes estão desenvolvendo atividades em computadores.

Laber: novo conceito, mas com a mesma logística. Foto: Júlia Neubarth.

Há décadas, a Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos une a teoria à prática com ambientes como o Espaço Experiência, que foi inaugurado em abril de 2009, buscando proporcionar aprendizado ligados na área de comunicação, pois eram nos núcleos em que os estudantes tinham oportunidade de experimentar o dia a dia da sua área, trabalhando em grupos multidisciplinares supervisionados pelos professores de cada espaço. Lugares como esse, ajudam os alunos a estarem mais preparados para o mercado de trabalho e proporcionam oportunidades de inovar e desenvolver novas habilidades.

Ao longo desses nove anos, muitos estudantes, professores, parceiros e projetos passaram pelos núcleos do Espaço. Pode-se citar diversos trabalhos que foram desenvolvidos pelas equipes de criação, relacionamento, conteúdo e pesquisa. A Famecos conta com alunos e programas premiados, como o “Projeto 18/34” que estuda e revela o comportamento do jovem, de como a maioria da Geração Y brasileira está mais velha. Desenvolvido pelo então Núcleo de Tendências e Pesquisa, eles buscaram entender quais seus sonhos e suas aspirações sobre família e carreira. Como resultado, os alunos participantes do projeto no ano de 2017, receberam a premiação no SET Universitário, que é aclamado na área da comunicação, e a participação em transmissão do programa Fantástico na emissora Rede Globo. Outro projeto de sucesso, que contou com a participação de alunos do Espaço e que trouxe visibilidade à Famecos, foi o Pepsi Twistland 2018.

Contudo, a partir da crença de que os alunos precisavam de mais tempo de criação e feedbacks, a reinvenção do Espaço Experiência foi provocada: seus núcleos foram repensados, ganhando autonomia e tornando-se laboratórios distintos e mais independentes. No entanto, enganam-se os que pensam que essa transformação os impede de trabalharem em conjunto: o objetivo principal segue o mesmo, porém, com uma visão mais ampla às movimentações mercadológicas, o que permite, inclusive, mais oportunidades para o surgimento de novas ideias.