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	<title>RRPP Atualidades Online &#124; Comunicação Social - Relações Públicas &#124; Famecos/PUCRS</title>
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	<description>Ano 5 - Número 8 - 2011/1</description>
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	<language>pt-br</language>
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		<title>Gaúcho no Vôlei Nacional</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 00:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danielle Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Gaúcho]]></category>
		<category><![CDATA[Murilo Radke]]></category>
		<category><![CDATA[Superliga]]></category>
		<category><![CDATA[Vôlei]]></category>

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		<description><![CDATA[O campeão mundial de vôlei Murilo Radke nascido em Porto Alegre iniciou a carreira em 1998, com 9 anos na Sogipa, em Porto Alegre. Teve como influencia os pais que foram jogadores profissionais, sua mãe, Márcia Radke, jogou nas categorias de base da seleção brasileira e no extinto clube Hering. Seu pai, Marcos Toloni, atuou na Superliga pelo também extinto clube Curitibano. Hoje técnico da equipe da Sogipa e auxiliar técnico da equipe de Canoas, que nesta temporada ganhou a série B, conquistando uma vaga para a Superliga na próxima temporada. Murilo decidiu seguir carreira aos 15 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Jogador conquista espaço no cenário do vôlei brasileiro</p></blockquote>
<div id="attachment_7779" class="wp-caption alignleft" style="width: 156px"><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/263551.jpg"><img class="size-medium wp-image-7779 " title="Murilo Radke" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/263551-146x300.jpg" alt="Murilo Radke em treino pela seleção brasileira de vôlei" width="146" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Murilo Radke em treino da Seleção Brasileira. Foto: acervo pessoal.</p></div>
<p>O campeão mundial de vôlei Murilo Radke, nascido em Porto Alegre, iniciou a carreira em 1998, com 9 anos na Sogipa. Teve como influência os pais que foram jogadores profissionais, sua mãe, Márcia Radke, atuou nas categorias de base da seleção brasileira e no extinto clube Hering. Seu pai, Marcos Toloni, participou da Superliga pelo também extinto clube Curitibano. Hoje técnico da equipe da Sogipa e auxiliar técnico da equipe de Canoas, que nesta temporada ganhou a série B, conquistando uma vaga para a Superliga na próxima temporada. Murilo decidiu seguir carreira aos 15 anos.</p>
<p>̶  Porque decidiu ser profissional com esta idade?</p>
<p>̶  É que eu comecei a jogar melhor.</p>
<p>Diverte-se Murilo ao lembrar.</p>
<div id="attachment_7969" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-7969" title="Tatuagem Murilo" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/image-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Tatuagem no tornozelo de Murilo marca vitória na Índia. Foto: acervo pessoal.</p></div>
<p>Em 2005, aos 16 anos, saiu do estado para jogar na Unisul, em Santa Catarina e, pela primeira vez, foi convocado para as categorias de base da seleção brasileira, onde seguiu até 2011. De 2006 a 2011, passou pelas esquipes de Vitória, Ulbra, SADA e Pinheiros. Sua ultima temporada foi na CIMED, em Santa Catarina, a equipe foi eliminada nas quartas de finais no último dia 30 de março pelo time do Minas, que no dia 17 de abril acabou levando a taça para casa. Para a temporada 2012/2013 Murilo fechou contrato com a equipe Medley/Campinas.</p>
<p>Murilo diz que nestes últimos sete anos em que joga fora do estado, o que mais sente falta é da família e amigos que estão aqui em Porto Alegre. Sua maior conquista foi em 2009, no campeonato mundial juvenil que jogou na Índia, quando a Seleção Brasileira foi tetra campeã. Em homenagem a esta conquista, Murilo fez uma tatuagem no tornozelo.</p>
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		<title>Jovens empreendedores</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 00:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Vecchio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[jovens empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Junior Maicá]]></category>
		<category><![CDATA[O Bairrista]]></category>
		<category><![CDATA[Rafaela Keunecke]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais na internet]]></category>
		<category><![CDATA[Seis Marias]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet como uma forma de criar negócios e mudar a vida das pessoas
“Ser jovem, pensar jovem”. É com esse espírito que a juventude do século XXI mergulha no mundo moderno, onde as Redes Sociais e a Internet se tornaram essenciais. A rede proporciona informação, diversão e até ajuda nos estudos. O que muitas pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A internet como uma forma de criar negócios e mudar a vida das pessoas</p></blockquote>
<p>“Ser jovem, pensar jovem”. É com esse espírito que a juventude do século XXI mergulha no mundo moderno, onde as Redes Sociais e a Internet se tornaram essenciais. A rede proporciona informação, diversão e até ajuda nos estudos. O que muitas pessoas veem fazendo é explorar de novas ideias e usar as novas tecnologias para mudar, de certa forma, suas vidas.</p>
<div id="attachment_7987" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Rafaela-Ana-Bianca-e-Mariana.jpg"><img class="size-medium wp-image-7987  " src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Rafaela-Ana-Bianca-e-Mariana-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Rafaela em foto no Lookbook.nu</p></div>
<p>“Sempre tive vontade de compartilhar com os outros aquilo que eu estava fazendo, o que andava vestindo, o que eu gostava”, conta Rafaela Keunecke, 17 anos, estudante do curso de moda. Foi dela a ideia de começar um blog falando do que mais gosta. A garota de Porto Alegre assumiu que seu canal na Internet, hoje com 3 mil acessos diários, interferiu na sua vida, pois atualmente passa muito mais tempo na frente do computador do que passava antes e quase tudo o que faz é pensando nele. “Fui convidada para muitos eventos e o número de visitantes aumentou também, este ano a revista Capricho fez uma matéria sobre mim, o que fez dobrar o número de acessos”, revela.</p>
<p>Junior Maicá, 27 anos, trancou o curso de Ciências Contáveis para seguir com o jornal “O Bairrista”. Famoso veículo virtual aqui no Rio Grande do Sul, o falso jornal que enaltece o estado revela fatos corriqueiros reais e os transforma em mentiras, para que os gaúchos se destaquem frente ao resto do país.</p>
<p>O gaúcho explica que a ideia de criar o portal do jornal surgiu depois de criar um Twitter de notícias falsas e que até hoje, excluindo os blogs no site, segue administrando o “O Bairrista” sozinho. “Vira um negócio a partir do momento em que tu tens 300 mil leitores, seguidores no Twitter e Facebook. Existe um público e isso chama a atenção de possíveis anunciantes”, suas brincadeiras que começaram na internet se tornaram fontes de renda e investimento.</p>
<div id="attachment_7992" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-7992 " src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/OBairrista-Ana-Bianca-e-Mariana-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /><p class="wp-caption-text">Capa do portal &quot;O Bairrista&quot; na internet</p></div>
<p>O criador do jornal fictício mais famoso do Rio Grande do Sul conta ainda que não quer ver a dimensão que tomou “O Bairrista”, mas ue hoje a Internet “é o melhor e mais eficiente meio de alavancar uma ideia. Além de ser um espaço de muita colaboração entre os usuários, apesar de muito ódio circular pelas redes sociais”.</p>
<p>Ex-alunas da Famecos, as jornalistas Flávia Mu, 25 anos, Janaína Azevedo, 31 anos, Márcia Dal Molin, 24 anos, Bruna Coelho, 23 anos, Julia Preis, 23 anos, e a Publicitária e Designer Taíssa Bach, 27 anos, hoje administram o blog “Seis Marias”. Tudo começou quando a Flávia e a Janaína quiseram começar “algo diferente”. Assim, encontraram no blog uma plataforma para unir o que gostavam de fazer. Depois disso, convidaram a Julia, a Taíssa, depois veio a Bruna, e por fim a Márcia.</p>
<p>As “Marias” acompanham o crescimento de acessos do blog pelo Google Analytics, com uma média de 500 acessos por dia. Flávia “só se deu conta mesmo da dimensão que o blog toma quando passaram à associá-la ao site. Por exemplo: “Esses dias eu estava no supermercado e uma entrevistada veio abanando e gritando ‘Oi, Maria!’.	No Donna Fashion, as pessoas me apresentavam para outras dizendo: ‘Essa é a Flávia, ela tem um blog muito legal, o ‘Seis Marias’.”</p>
<div id="attachment_7994" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class="size-large wp-image-7994 " src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/SeisMarias-Ana-Bianca-e-Mariana-600x105.jpg" alt="" width="450" height="78" /><p class="wp-caption-text">Logo do blog de ex-alunas da Famecos, o &quot;Seis Marias&quot;</p></div>
<p>“Acho que se é pra ser grande no futuro tem que começar como gente grande, né?”, disse a Flávia, quando perguntada se começou como uma brincadeira. Ela acrescentou que “com essa pegada empreendedora, acho que a gente nunca levou muito na brincadeira. Eu sempre tentei organizar rotinas, organizar horários dos posts, reuniões semanais, enfim”.</p>
<p>A jornalista ainda quer algo “bem maior, bem mais bonito, bem mais curioso, ainda melhor produzido” e acha que o blog tem chamado atenção porque é uma ideia muito legal que saiu do papel e tomou forma. “É feito com dedicação e por gente jovem. Mas ainda tem muita coisa pra aprender, pra experimentar, pra testar e pra investir”, acrescenta.</p>
<p>Por ser um espaço bacana para todas as “Marias” envolvidas, as gurias podem, diariamente, mostrar um pouco do seu trabalho e dos seus gostos pessoais. Pesquisando coisas novas, não só da área da Comunicação, mas também do Universo Feminino, que é o tema do blog. Flávia não sabe dizer se a Internet é o melhor meio para alavancar uma ideia, mas com certeza “é o mais democrático, já que não requer grandes investimentos iniciais”. Permitindo trabalhar com diversas plataformas, ela diz que esse é o grande lance: pensar multimídia. “A cada dia, a gente consegue trazer pro blog, na prática, o ppmesmo que a gente escuta nas disciplinas de jornalismo online durante tantos anos na faculdade”, conclui a empreendedora.</p>
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		<title>Bandas gaúchas: como chegar lá?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 13:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alina Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[banda melody]]></category>
		<category><![CDATA[bandas gaúchas]]></category>
		<category><![CDATA[claus e vanessa]]></category>
		<category><![CDATA[doyoulike?]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas de músicos para músicos. O que as bandas gaúchas devem fazer para obter destaque no cenário musical brasileiro? O cantor Claus, da dupla Claus e Vanessa, e Leandro Neko, baterista da banda DoYouLike?, contam um pouco da trajetória das bandas e dizem o que acham imprescindível para o sucesso nesse meio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Você tem uma banda e não sabe como atingir o sucesso? Convidamos duas bandas de destaque no Sul para dar suas dicas.</p></blockquote>
<p>O Rio Grande do Sul é um estado brasileiro que possui uma característica muito singular no que diz respeito à música: uma grande variedade de estilos. Diferentemente de outras regiões brasileiras, onde apenas um tipo de som predomina, aqui se produz da MPB ao metal, do pagode ao reggae, e todos buscam seu espaço. Porém mesmo que algumas das bandas gaúchas consigam se destacar no cenário musical brasileiro, ainda se percebe uma grande dificuldade por parte dos artistas daqui de atingir o nível nacional e obter um lugar só seu.</p>
<div id="attachment_8110" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/claus-e-vanessa-cortada.jpg"><img class="size-medium wp-image-8110 " title="Claus e Vanessa" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/claus-e-vanessa-cortada-e1337261551862-300x256.jpg" alt="" width="300" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Claus e Vanessa na gravação de seu DVD. Foto divulgação.</p></div>
<p>Papas da Língua, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Comunidade Nin-Jitsu, Chimarruts e TNT são exemplos do Sul a serem seguidos por terem conseguido se desregionalizar. Eles tiveram músicas tocando em rádios de todo o Brasil, em novelas, clipes passando em canais de TV etc. Assim fizeram o seu trabalho ser reconhecido além das nossas fronteiras. Por outro lado, se esses gaúchos conseguiram o prestígio nacional, há outros, também muito bons musicalmente, que ainda não chegaram lá.</p>
<p>Como, então, alcançar esse objetivo, tendo tantos artistas bons querendo se destacar? Mais acessível do que os meios de divulgação utilizados por bandas há alguns anos, um recurso hoje indispensável é a internet. A banda gaúcha de rock DoYouLike?, que já tocou no Atlântida Festival (importante festival de música aqui do RS), usa como principal meio de divulgação a internet, onde disponibilizam músicas e se comunicam diariamente com seu público, formado por fãs de diferentes estados brasileiros. Leandro Neko, baterista da banda, diz que grande parte do seu público fora do estado os conheceu por esse meio que, para ele, é um grande facilitador. O músico acredita que um dos grandes motivos de as bandas gaúchas não saírem do Sul é, não por preconceito dos outros, mas sim por nosso próprio bairrismo.</p>
<p>Assim como a banda DoYouLike?, os músicos Claus e Vanessa também utilizaram as oportunidades proporcionadas pela internet a seu favor. Ao navegarem no Youtube, descobriram uma cantora portuguesa muito prestigiada no seu país, Ana Free. Entraram em contato com ela pela internet e, sem se conhecerem pessoalmente, gravaram com a cantora o remix de uma das músicas da dupla. A parceria fez tanto sucesso em Portugal que foi considerada a “música do verão” no país. Surgiu, assim, a oportunidade de os gaúchos viajarem para a Europa para divulgar o seu trabalho, aparecendo em emissoras de TV e rádio. Claus Fetter, vocalista e violonista da dupla, afirma: “Nos tempo de hoje, apesar da internet democrática e justa, a concorrência no mercado é bem maior e o ser humano evoluiu, aumentando cada vez mais seu conhecimento e aproveitando tudo o que está à sua volta para o seu trabalho melhorar. Dependendo cada vez menos de outras pessoas, o músico poderá levar para um produtor ou para uma gravadora um material cada vez mais próximo do resultado final que deseja”.</p>
<p>Não há dúvidas de que o Rio Grande do Sul possui grandes talentos musicais. A questão é se esses artistas serão capazes de conquistar o Brasil. O segredo é ter um objetivo e não perder o seu foco, botar a mão na massa mesmo! Então, se você tem uma banda, não desista, aposte no trabalho duro e vá à luta, tchê!</p>
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		<title>Lugar seguro, diversão garantida!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 13:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everton Konrad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[festas]]></category>
		<category><![CDATA[FICAR]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais, o índice de violência e criminalidade cresce no Brasil. As festas, em geral, vêm se destacando como palco para brigas, atos de vandalismo, e discussões que nem sempre acabam da melhor maneira. Jovens que saem de casa na noite com intenção de se divertir acabam se envolvendo nesses acontecimentos indesejados. Fatores como bebidas alcoólicas deixam os jovens fora de si e os influenciam a cometer esses erros, e até mesmo a incapacidade de se defender quando estão no papel de vítima.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8082" class="wp-caption alignnone" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-8082" title="Segurança nas Festas" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/foto12-e1337260886877.jpg" alt="" width="590" height="294" /><p class="wp-caption-text">Foto: Pedro Monsev.</p></div>
<p>Cada vez mais, o índice de violência e criminalidade cresce no Brasil. As festas, em geral, vêm se destacando como palco para brigas, atos de vandalismo, e discussões que nem sempre acabam da melhor maneira. Jovens que saem de casa na noite com intenção de se divertir acabam se envolvendo nesses acontecimentos indesejados. Fatores como bebidas alcoólicas deixam os jovens fora de si e os influenciam a cometer esses erros, e até mesmo a incapacidade de se defender quando estão no papel de vítima.</p>
<p>Em alguns lugares, existe uma parcela de culpa pelos atos de violência que partem da própria segurança da festa, ou “insegurança” como se pode dizer. A falta de equipamentos obrigatórios de pronto atendimento e que são essenciais para o local da festa, como extintores de incêndio, ambulâncias, profissionais de segurança qualificados, acabam colocando em risco a segurança do público frequentador.</p>
<p>Em 2008, uma briga em uma casa noturna de Porto Alegre acabou terminando na morte de um rapaz de 18 anos que não tinha envolvimento nenhum no caso. O acontecimento foi um choque para a família e amigos da vítima, mobilizando a mãe Isabel, que a partir de então criou e administra a ONG Ficar (Fundação Igor Carneiro).</p>
<p>Em entrevista, Isabel Santos contou alguns objetivos e projetos que a ONG desenvolveu nesses últimos anos e ainda planeja executar.</p>
<p><strong>- Como surgiu a ONG e qual foi o motivo inspirador?</strong></p>
<p>A ONG foi fundada depois de um lamentável ocorrido, em uma das muitas festas em que o público jovem frequenta e que não tinha nenhum tipo de estrutura e fiscalização. Em um ambiente onde eram suportadas em torno de trezentas pessoas, havia quase o triplo de público. Após uma confusão gerada por um grupo de marginais, houve uma troca de tiros, e o jovem Igor Santos Carneiro, meu filho, foi atingido. Agravando mais ainda, o autor do disparo foi um dos despreparados que se diziam seguranças do local. Após este acontecimento decidi lutar pela segurança de todos os jovens, para que nenhuma mãe passasse pelo mesmo sofrimento que o meu.</p>
<p><strong>- Quais ações foram realizadas com êxito pela ONG</strong><strong>?</strong></p>
<p>Já foram realizadas diversas palestras para os principais colégios, buscando conscientizar os jovens da importância da segurança e prevenção necessária durante as festas. Eles mesmos devem fiscalizar os locais que frequentam, verificando a presença de ambulância, detectores de metal, e de um segurança para cada 40 pessoas. Além das palestras, a ONG está presente em diversos eventos envolvendo os jovens, como o Planeta Atlântida, e tem projetos de lei elaborados aguardando a aprovação.</p>
<p><strong>- Qual projeto que a ONG ainda pretende realizar?</strong></p>
<p>Conscientizar, definitivamente, a presença de detectores de metal, ambulâncias e a quantidade correta de seguranças por público. Outra ideia é criar um cadastro para os seguranças, forçando-os a responderem pelos seus atos, e obrigando cada um deles a fazer um curso de formação para poder exercer a sua verdadeira função que é proteger ao invés de agredir.</p>
<p><strong>- Qual a sua opinião sobre as festas de Porto Alegre, em relação ao objetivo estabelecido pela ONG?</strong></p>
<p>Na maioria dos lugares, os recursos utilizados para o melhoramento da segurança do local é escasso. A ONG vem trabalhando para inverter essa situação, e fazer com que os jovens realmente saiam para se divertir de maneira mais tranquila.</p>
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		<title>Media Training: você bem na fita</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 13:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Dalpian</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiane Finger]]></category>
		<category><![CDATA[Media Training]]></category>

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		<description><![CDATA[As organizações têm percebido a necessidade de preparar suas lideranças para o relacionamento cotidiano com a mídia. Em virtude disso, o Media Training, relacionamento com a imprensa, e o Media Coaching, como se comportar diante da imprensa, vem ganhando cada vez mais visibilidade no Brasil, principalmente no âmbito corporativo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Cristiane Finger fala à RRPP Online sobre área da comunicação em ascensão</p></blockquote>
<div id="attachment_8171" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/CristianeFinger.jpg"><img class="size-medium wp-image-8171" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/CristianeFinger-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Cristiane, primeira mulher a receber o Prêmio Esso de TV (Foto: Natália Ferreira)</p></div>
<p>As organizações têm percebido a necessidade de preparar suas lideranças para o relacionamento cotidiano com a mídia. Em virtude disso, o Media Training, relacionamento com a imprensa, e o Media Coaching, como se comportar diante da imprensa, vem ganhando cada vez mais visibilidade no Brasil, principalmente no âmbito corporativo. É importante, no entanto, ressaltar que um não substitui o outro, ao contrário, se complementam.</p>
<p>Hoje, inevitavelmente, nenhuma organização está livre de uma situação de crise. Em momentos como esse, ambos surgem como diferencial. Ao contrário do que muitos pensam, Media Training não é uma técnica criada a fim de manipular a atuação da imprensa. Ela visa, essencialmente, auxiliar os porta-vozes a aprimorarem suas práticas relacionadas à comunicação com seus públicos, bem como esclarecer quaisquer dúvidas que surjam em determinadas situações – evitando possíveis danos à imagem e, consequentemente, à reputação das organizações.</p>
<p>“O objetivo do Media Training é fazer a fonte ter um melhor relacionamento com a imprensa, porque a maior parte dos problemas é que os jornalistas não entendem suas fontes, e vice-versa. O engraçado desse treinamento é que quem fez, não diz que sabe. E quem dá, em tese, não pode dizer para quem deu. O que é uma bobagem. Para se ter uma ideia, as cem maiores empresas no Brasil já fizeram Media Training mais de uma vez com seus diretores”, pondera a gaúcha Cristiane Finger Costa, doutora em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).</p>
<p>Além de acumular prêmios de Jornalismo – entre eles, ter sido a primeira mulher a receber o Prêmio Esso Especial de Telejornalismo, em 2004 –, Cristiane leciona na PUCRS desde 1995. Atualmente, é responsável pela disciplina de Media Training do curso de especialização Planejamento em Comunicação e em Gestão de Crises de Imagem da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS.</p>
<p>De acordo com ela, muitos executivos, não gostam de falar com jornalistas. É preciso fazê-los entender que não estão falando com jornalistas, mas com o público. Entender como funciona, por exemplo, o deadline. O porquê de a entrevista ser para ontem, não para amanhã. “As pessoas não entendem como funciona a mídia. Elas têm uma ideia, geralmente, de que a mídia conspira, de que é contra, de que a gente fica num cantinho para sacanear alguém. Quando dou Media Training, digo que metade dos erros são apenas erros. É muito mais erro do que conspiração”, revela.</p>
<p>O Media Coaching, por sua vez, é mais técnico. É uma prática final que ensina como se portar diante das câmeras e dos microfones, de maneira que a pessoa sinta-se mais à vontade diante dos holofotes. Começou a ter mais força, principalmente, entre atores, celebridades e atletas. Já políticos, empresários, gestores e profissionais liberais dão mais valor ao relacionamento, optando pelo Media Training.</p>
<p>Quanto à questão das assessorias, pode-se dizer que é uma relação de confiança. Caso contrário, melhor não ter uma, pois quem está envolvido com o projeto tem que estar afinado. Entretanto, Cristiane diz não concordar com a figura do porta-voz, porque, em um momento de crise, centralizar a informação em uma única pessoa é arriscado. “É preferível ter mais de uma fonte, desde que falem a mesma língua. A assessoria não é um cão de guarda, é um filtro”, alerta a doutora.</p>
<p>Media Training é, primeiro, a conscientização da importância do relacionamento. Como se estabelece esse relacionamento de confiança com o jornalista e com os assessores, até chegar ao momento em que você fica mais à vontade. Esse relacionamento melhora muitíssimo. Facilita o trabalho, inclusive da imprensa. “Compreender que mais importante do que aparecer como notícia é aparecer como fonte. O jornalista considerar você como uma fonte é muito importante porque, toda a vez que ele precisar de alguma informação, ele vai lembrar de você”, explica.</p>
<p>Contudo, são as pequenas atitudes, como dizer sempre a verdade ou reconhecer o erro, que fazem a diferença. Quando se reconhece a falha, até a imprensa muda de postura. Diferentemente de quando a organização nega veementemente, pois a imprensa tende a ser mais ostensiva. Além disso, se a crise está instalada e a organização se fecha, logo é condenada perante a opinião pública. “Nenhuma empresa mais é tão privada que não tenha que dar satisfações. Por exemplo: 97% dos lares têm televisão. E você não quer falar?”, diz Cristiane, com um olhar atônito.</p>
<p>É comum ver organizações incapazes de distinguir entre um anúncio e uma informação dentro do editorial do jornal. O peso é completamente diferente. “Quando alguém lê um anúncio, sabe que ele está comprometido, tentando vender. Quando eu tenho uma informação, eu tenho a credibilidade do jornalista. O valor disso é intangível”, declara.</p>
<p>Pode-se considerar o Media Training como um novo mercado de trabalho. Embora a doutora concorde com essa afirmação, demonstra-se preocupada quanto à atuação de profissionais pouco experientes. Segundo ela, “é preciso gramar certo tempo para chegar lá, senão vira picaretagem. Ninguém se forma e vira consultor. É um mercado que exige experiência. Não é para qualquer um”.</p>
<p>Sabe-se que os profissionais mais valorizados são aqueles que transitam melhor entre as áreas. Conforme Cristiane, “o jornalista acaba levando um pouco de vantagem nessa parte de treinamento. Planejamento em gestão de crises, os relações-públicas são os indicados. Jornalista não planeja, jornalista faz. E o Media Training é uma parte desse planejamento, é uma estratégia. Não resolve todos os problemas, mas é importante”, arremata.</p>
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		<title>Conexão com a vida real</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 03:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danielle Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Susana Azevedo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao ver na tela do computador uma nova atualização do Facebook, algumas pessoas são tomadas pela ansiedade de saber qual a novidade do momento. Por conta disso, cresce cada vez mais o desejo de consumir aparelhos que possibilitem o acesso à plataforma mais popular das redes sociais. O “vício” aumenta de acordo com a facilidade de acesso, e a necessidade de contar tudo o que está acontecendo em suas vidas e dar check-in em todos os lugares já virou uma rotina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Tudo agora é Facebook. Será possível relacionar-se sem ele?</p></blockquote>
<p>Ao ver na tela do computador uma nova atualização do Facebook, algumas pessoas são tomadas pela ansiedade de saber qual a novidade do momento. Por conta disso, cresce cada vez mais o desejo de consumir aparelhos que possibilitem o acesso à plataforma mais popular das redes sociais. O “vício” aumenta de acordo com a facilidade de acesso, e a necessidade de contar tudo o que está acontecendo em suas vidas e dar check-in em todos os lugares já virou uma rotina.</p>
<div id="attachment_8167" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/DSC01882.jpg"><img src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/DSC01882-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Aplicativo do Facebook ajuda jovens a se conectar com o mundo virtual</p></div>
<p>“Eu passo 24 horas conectada ao Face”, afirma Lisa Carolina, 19 anos, estudante de Relações Internacionais. Ela faz parte de um grande grupo de jovens que não consegue se desconectar da rede social e do imediatismo propiciado pela ferramenta. Tudo parece ficar mais fácil – convidar, jogar conversa fora, comentar, curtir e compartilhar. “Quando é algo informal, melhor fazer pelo Facebook”, acredita o estudante de odontologia Fernando Biasin, 18 anos.  Para muitos como ele, manter o perfil atualizado é uma maneira prática de fazer contato com os amigos e conhecer novas pessoas.</p>
<p>O problema é que, para alguns, isso já virou uma obsessão. A pressa em passar informações e responder a tudo de uma vez só está presente no novo contexto de quem tem a possibilidade de se relacionar com inúmeras pessoas de uma única vez.</p>
<p>Para a psicóloga e professora da PUCRS, Susana Gib Azevedo, “trata-se de uma forma de relacionamento. Informações são atualizadas, retiradas ou complementadas a todo o instante e a ideia de número ‘infinito’ de amigos encanta as pessoas”, afirma a professora da Famecos. Segundo ela a sensação e a tentação de ter cada vez mais conhecimento da vida dos outros faz com que elas se sintam mais seguras no meio social de que participam.</p>
<p>As redes sociais têm como função a interação e a aproximação. O problema está no vício, onde não existe limite para ficar conectado – e quando o mundo real desaparece e só existem amigos virtuais.</p>
<p>“Entro no Facebook para não me sentir perdida em relação aos assuntos do momento”, afirma Gabriela Dalpian, 20 anos, estudante de Relações Públicas. Ela não se considera viciada e não tem muito tempo para as redes sociais, se conecta regularmente e não costuma compartilhar assuntos com os amigos virtuais. Por isso, o desafio agora é desconectar. Conseguir passar mais tempo livre de informações e atualizações da rede, tentar encontrar novas formas de fazer amigos, conversar e procurar curtir mais a vida real.</p>
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		<title>Fotos turma noite 2012/1</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 00:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto3_noite.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7612" title="Foto 3 - noite" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto3_noite-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto5_noite.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7613" title="Foto 5 - noite" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto5_noite-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto6_noite.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7614" title="Foto 6 - noite" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto6_noite-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto7_noite.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7615" title="Foto 7 - noite" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto7_noite-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto9_noite.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7616" title="Foto 9 - noite" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto9_noite-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto10_noite.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7617" title="Foto 10 - noite" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/foto10_noite-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
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		<title>Fotos turma manhã 2012/1</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 13:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00865.jpg"><img class="size-large wp-image-7604 alignnone" title="Foto1 - manhã" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00865-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00869.jpg"><img class="size-large wp-image-7607 alignnone" title="Foto2 - manhã" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00869-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00867.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-7606" title="Foto3 - manhã" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00867-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a class="lightwindow" href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00866.jpg"><img class="size-large wp-image-7605 alignnone" title="Foto4 - manhã" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/DSC00866-600x400.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
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		<title>2011/2</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 10:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[RRPP Atualidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://rrpponline.com.br/site/20112/"><img title="RRPP Atualidades 2011/2" src="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/rrpp-atualidades_20112-capa.jpg" alt="RRPP Atualidades 2011/2" width="180" height="245" /></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Ano 17 | n° 34 | dezembro de 2011 (<a href="http://rrpponline.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/RRPP_Atualidades_20112.pdf" target="_blank">Download em PDF &#8211; 7,8MB</a>)</h3>
<p><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:520px;height:355px" id="58dda056-f00b-1708-c285-31f2f72d285e" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;autoFlip=true&amp;embedBackground=%23FFFFFF&amp;shareMenuEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120301095446-d7bd624b5533446ca75887a9dccaa0d6" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:520px;height:355px" flashvars="mode=mini&amp;autoFlip=true&amp;embedBackground=%23FFFFFF&amp;shareMenuEnabled=false&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120301095446-d7bd624b5533446ca75887a9dccaa0d6" /></object></p>
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		<title>Bate papo sobre a Copa</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 12:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Machado Ferraz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcasts]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma breve discussão foi possível destacar pontos favoráveis e desfavoráveis referentes a vinda da Copa do mundo para o Brasil, questões como infra-estrutura e cultura popular foram temas para o debate.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma breve discussão foi possível destacar pontos favoráveis e desfavoráveis referentes a vinda da Copa do mundo para o Brasil, questões como infra-estrutura e cultura popular foram temas para o debate.</p>
<p>O debate é aberto pela âncora Fernanda Kich que questiona os participantes quanto aos prós e contras da vinda da Copa do Mundo de 2014 para o Brasil. A primeira a dar a sua opinião é Priscila Trinks, que aborda a importância da infraestrutura dos aeroportos e o terceiro turno de trabalho na construção do estádio de abertura dos jogos. A participante Cátia acredita que o país não está preparado, que a verba da copa deveria ser investido em saúde e educação. Mariana concorda com a Cátia na posição de não ser a favor do evento no Brasil, pois este não possui estrutura para receber os turistas e jogadores. Claudia defende que o mercado de trabalho tende a crescer, oferecendo mais oportunidades de emprego. Fernanda afirma que esse será um momento de oportunidade, de mostrar que sim, o Brasil é capaz e colocar nossas marcas em evidência. Finalizando, Joice concorda que será um momento de aproveitar a visibilidade, mas argumenta que há falta de estrutura do país.</p>
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