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Hoje em dia, sabemos que a rotina dos estudantes está cada vez mais corrida, tendo que conciliar os estudos, trabalhos, estágios, hora de lazer, etc. Por isso, novos recursos vêm surgindo para facilitar as nossas rotinas.

Um deles é o Ensino a distância, metodologia que vêm ganhando lugar no espaço de educação, no qual o aluno não precisa ir até uma faculdade para poder estudar. O estudante pode ter acesso aos conteúdos de aula em casa, no trabalho, ou em qualquer outro lugar que estiver. É o avanço da tecnologia cada vez mais presente em nosso dia a dia.

Esse método já está presente em diversas faculdades, alguns cursos sendo completamente em EAD, e outros tendo algumas cadeiras presenciais e outras à distância.

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Mas o que será que os jovens de hoje pensam sobre o Ensino a distância?

Conversamos com alguns alunos da PUCRS, Bruna Radde Maganha 19, estudante Publicidade e Propaganda; Tatiana Cristina Hunsche 19, Relações Públicas; Gabriel Prates 26, Jornalismo e William Narciso 20, Direito, para sabermos o que eles pensam sobre o EAD. Tempo, credibilidade e preço foram os temas mais levados em conta.

Entre os entrevistados, a maioria citou a praticidade em relação ao tempo, que é um ensino que apesar de ter a mesma dedicação do que um curso completamente presencial, acaba sendo algo mais tranquilo, pois só pela praticidade de não haver deslocamento até a instituição para estudar, acaba ajudando poupar certo tempo na rotina.

Perguntamos para eles se optariam por um curso inteiramente em EAD, e maioria respondeu que não.

– Não que eu ache isso, mas, em certos casos,  uma faculdade presencial possui bem mais credibilidade no mercado do que uma a distância, disse Gabriel Prates, 26 anos, formado em Jornalismo pela PUCRS.

No entanto, todos afirmaram que sim, optariam por algumas cadeiras em EAD nos cursos que estão que estas acabam sendo ótimas opções quando as atividades tanto de dentro da faculdade quanto as de fora dela começam acumular. Além do preço se mais acessível, completam alguns dos entrevistados.

 

Caroline Silveira, Guilherme Bolivar, Júlia Garate e Mariel Musella