Skip to main content

FOTO RÊ

 

 

 

 

 

 

 

Ninguém está pronto para enfrentar uma doença. Ainda mais quando vem o diagnóstico de câncer de mama, acrescido pelo fato de ocorrer com uma amiga que tem menos de 30 anos. Então me permito contar a história de Renata Kovaliski, que aos 27 anos, funcionária de uma empresa que trabalha com produtos radiofármacos, por ironia do destino foi “premiada” com diagnóstico desta doença. Em uma noite, antes de dormir, sentiu um carroço pequeno na axila esquerda, de imediato percebeu que havia algo errado, foi ao seu médico ginecologista que solicitou exames e ecografia, neles apareceram  o nódulo, ai descobriu que era um carcinoma, mas primeiro impacto foi pensar: “Meu Deus, vou morrer”.

Imagine, então, quando ele vem antes dos 30 anos. É surpreendente e difícil, pois as mulheres que desenvolvem um câncer de mama nessa idade são minoria. “Sabe-se que aproximadamente 7% das mulheres diagnosticadas com câncer de mama têm 40 anos ou menos. Se reduzirmos nossa análise para 30 anos, esse percentual será ainda menor”, explica o Dr. Fábio Arruda de Oliveira, mastologista do Hospital São Luiz, de São Paulo. A maioria dos casos de câncer de mama precoces estão ligados a mutações genéticas e o tratamento é com quimioterapia e radioterapia.

Desde o dia em que ela soube desta realidade, nos unimos mais e  teve muito apoio da família e amigos, que até hoje com palavras e gestos externam e conseguem deixá-la viver mais esperançosa e inspirando outras vidas, sua luta não acabou, mas nós estamos presente para motivá-la e por isso vai um alerta as mulheres: mesmo sendo pouco frequente, estar atenta ao problema é imprescindível, especialmente se você tem casos da doença na família.