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Ano 5 – Número 8 – 2011/1
Porto Alegre/RS
fevereiro 2012
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Notícias e Artigos

Projeto inovador conquista público jovem na capital
Projeto inovador conquista público jovem na capital
Publicado em: 2/12/2011
Projeto inovador conquista público jovem na capital

União de bar e pista de skate vira opção para skatistas e simpatizantes

Em 2011 surgiu em Porto Alegre um novo conceito de bar, o Banx. A iniciativa teve como inspiração a famosa pista Swell Skate Park, primeira pista de skate do Rio Grande do Sul. A partir daí todo o contato com a natureza, a área de lazer, o ambiente familiar foram transmitidos de uma maneira mais urbana para o atual pub localizado na Alameda Major Francisco Barcelos, no Bairro Boa Vista.

O Banx é um espaço que abriga um bar, uma skate shop e uma área externa com pista de skate. No bar são servidos sanduíches, petiscos e vitaminas com nomes originais inspirados no vocabulário do universo do skate.

Além de uma ótima estrutura para happy hour e eventos em geral, a principal atração do bar é a famosa pista de skate situada no pátio da casa, que proporciona ao público um ambiente propício para praticar o esporte e interagir de forma familiar. Clientes assíduos do Banx afirmam que são fiéis ao skate e se identificam com o bar a ponto de considerarem como sua segunda casa,  pois a ideia conseguiu unir skate, festa e amizade.

A estratégia de se relacionar com um público segmentado vem dando certo desde então. Com parcerias, a casa proporciona alguns eventos culturais que na maioria das vezes fazem das paredes internas do bar uma galeria de obras de artes contemporâneas.

Isso faz com que o Banx transmita um clima agradável para quem quer unir arte, moda, cultura, música, gastronomia e principalmente esporte.

Na divulgação, o Banx conta com uma página no Facebook, perfis em sites como Twitter e YouTube, além de um site muito bem estruturado com o intuito de informar a história, os futuros acontecimentos da casa e interagir com o público, postando fotos e vídeos na…

ROCK OU POP IN RIO ?
Rock ou Pop in Rio?
Publicado em: 2/12/2011
Rock ou Pop in Rio?

A ironia que se iniciou com o Rock in Rio, apesar de já ter virado clichê, é a crítica em razão das poucas atrações de rock'n'roll autêntico durante o festival. O que as pessoas esquecem é que sempre teve a proposta de ser um evento de música pop, acima de tudo. Já era assim em 1985, ano do primeiro e até hoje não superado pelos demais. Naquele ano, Ney Matogrosso e Ivan Lins (grandes nomes da MPB) subiram ao mesmo palco de roqueiros como Queen e AC/DC.

O “rock” deveria ser interpretado não como gênero, mas como verbo (de “agitar”, numa tradução livre). Portanto, essa cobrança de o festival ser “mais rock” não faz sentido e ficou velha.

Priscila Rosa, vocalista da Banda Pondera, de Porto Alegre, concorda que a ironia “Pop in Rio” caiu como uma luva, pois hoje em dia o evento, que era para ter rock e subgêneros do rock, apresentou axé, pop e diversos outros estilos. Para a vocalista, as bandas pops poderiam ser substituídas por bandas de rock gaúcho e ressaltou que Aerosmith, AC/DC, Halloween, Twisted Sister poderiam estar no lugar daquelas que não têm nada a ver com o rock. Os roqueiros do Gun’s Roses foram os que a levaram ao festival, superando suas expectativas. “Eles sempre foram a maior fonte de inspiração da Banda Pondera”, contou Priscila Rosa.

Piadas à parte, o público esgotou rapidamente os 600 mil ingressos para o festival deste ano, fazendo a organização agendar mais um dia aos seis antes previstos e colocar à venda mais 100 mil entradas, fazendo amantes da música, seja ela qual for, ir ao delírio, agradando todos os públicos.

A revolução digital de Steve Jobs
A revolução digital de Steve Jobs
Publicado em: 1/12/2011
A revolução digital de Steve Jobs

Repita-se um clichê: Steve não morreu. Ou melhor, não poderia morrer. O homem que revolucionou o mundo dos computadores pessoais, depois o cinema de animação e finalmente reinventou a forma de toda uma geração de ouvir música, lidar com seu aparelho celular, ler livros, sites, revistas, jornais e navegar na internet não poderia morrer. Fosse este homem audacioso, ríspido, meticuloso, egoísta, individualista, este homem não poderia morrer. Mas dia 5 de outubro deste ano, com apenas 56 anos, Steve Jobs morreu.

O legado de Jobs é imensurável e só será sentido ao longo das próximas décadas. Alguns um tanto exagerados já o compararam a Leonardo da Vinci. Outros nem tão exagerados, a Thomas Edison. O pessoal do design diz que Jobs está para o design assim como Henry Ford esteve para a produção. O fato é que há poucas empresas na história capazes de mobilizar uma multidão tão grande de fiéis – e outra ainda maior de clientes – e muito dessa paixão tinha a ver com o carisma do grande líder falecido neste outubro.

“A Apple perdeu um visionário e um gênio criativo, e o mundo perdeu um ser humano sensacional. Aqueles de nós que foram sortudos o suficiente para conhecer e trabalhar com Steve perderam um querido amigo e um mentor inspirador. Steve deixa a nós uma grande empresa que apenas ele poderia ter construído, e seu espírito será para sempre a fundação da Apple”, disse Tim Cook, CEO da companhia.

Uma história de vida de um homem de muita determinação, que vai ser apresentada em uma biografia autorizada com lançamento previsto para novembro, a qual incluirá a história da criação de uma companhia de tecnologia, uma demissão de sua própria empresa e um retorno triunfal que viria a torná-la a maior do mundo. Sem dúvidas, é um enredo para um…

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