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Notícias e Artigos

Hora de estagiar! E agora?
Hora de estagiar! E agora?
Publicado em: 27/06/2013
Hora de estagiar! E agora?

O estágio é um processo de aprendizagem fundamental aos estudantes que querem estar preparados para enfrentar os desafios de sua carreira e do mercado de trabalho. Muitos ficam na dúvida e não sabem se começam a estagiar logo no início da faculdade ou se deixam para os últimos semestres. Quanto a isso, não existe uma regra a ser seguida, fica ao critério de cada um, mas alguns profissionais defendem que quanto mais cedo o aluno tiver contato com atividades relacionadas ao trabalho, mais ele vai aprender e adquirir experiência, organização, segurança e desenvoltura. No estágio é onde as teorias da sala de aula viram prática e começam a ganhar um sentido maior. Além disso, o período da faculdade é a hora de aprender, experimentar e descobrir com quais áreas o aluno se identifica mais. Assim, quando se formar, o profissional já sabe onde quer atuar e, muitas vezes, o contrato de estágio acaba se tornando efetivo.

A Mariana Silva, de 21 anos, que é estudante de administração na FURG iniciou um estágio logo no segundo semestre: “Eu não queria mais ficar dependendo totalmente do dinheiro dos meus pais para ir a festas e comprar as minhas coisas. Decidi procurar um estágio já que a carga horária de 6 horas me permitia estudar e trabalhar. A experiência foi muito boa e, como eu era a única estagiária da empresa, todos os colegas procuravam me ajudar. A minha chefe ainda tinha a preocupação de me ensinar várias coisas para que a experiência fosse ainda mais completa. Foi muito legal, valeu muito.”

Para quem busca novas vagas de estágios existem diversas empresas especializadas no recrutamento de estagiários. Na PUCRS, por exemplo, existem as centrais de estágio FIJO e CIEE que tratam da integração dos estagiários no mercado de trabalho. Elas possuem bancos de vagas disponíveis…

Candy Crush: o vício
Candy Crush: o vício
Publicado em: 23/06/2013
Candy Crush: o vício

Os doces que têm pirado a cabeça de muitos jovens e inovado os jogos de aplicativos.

Para quem não conhece o vício mais recente dos adeptos aos games, Candy Crush Saga é um jogo para Facebook, Android e IOS que tem como escopo a combinação de guloseimas semelhantes, e tem quebrado a cabeça de muita gente por ai. Quanto mais você retira os doces do tabuleiro através das combinações e movimentos, os níveis vão aumentando e o desafio fica cada vez mais difícil, onde apenas uma bombinha de açúcar pode acabar com todo o seu esforço.

Se pararmos para observar quem tem um smartphone ou tablet, grande parte já aderiu a moda do novo jogo começando a constante luta pela “quebra dos doces”. Os iniciantes começam jogando o game quando sobra um tempinho, porque estão sem nada para fazer, no intervalo entre uma aula e outra ou em horário de almoço, mas o jogo é tão viciante que de repente todo o tempo torna-se um “tempinho” para tentar aumentar o número de níveis.

Conversamos com alguns jovens universitários, sobre a certa dependência que se pode notar em quem joga frequentemente, e podemos observar que até os que estão em níveis menos elevados sentem uma certa angústia quando alguma fase do jogo tranca e eles não conseguem progredir. Um dos entrevistados não usou a palavra viciado, pois achava um termo muito forte, mas confessou que joga o game pelo menos uma vez ao dia em diferentes momentos, sendo eles no celular, tablet ou computador.
 “Apesar de viciante, é um jogo no qual você fica bem atento, formulando estratégias para poder passar de nível”
O jogo é instigante pelo fato de ter características particulares, diferentes dos games comuns, pois este impõe missões e exige dos participantes estratégias para cumpri-las de forma que atinjam o objetivo. “Apesar de…

Ações corretas poderiam ter evitado a tragédia da Kiss
Ações corretas poderiam ter evitado a tragédia da Kiss
Publicado em: 23/06/2013
Ações corretas poderiam ter evitado a tragédia da Kiss

A vida social noturna tornou-se questionável após os acontecimentos em janeiro deste ano. Mas onde o relações-públicas poderia entrar nesta história?

Nada melhor na adolescência ou vida adulta, apesar de todos os compromissos e responsabilidades que vamos adquirindo ao longo do tempo, do que manter ativa a vida social, indo a barzinhos, restaurantes, baladas. No entanto, após o lamentável acontecimento na boate Kiss, em janeiro deste ano, que em consequência de inúmeras negligências não possibilitou evitar a tragédia que ocasionou a morte de 242 jovens, houve uma mudança radical de hábitos na ótica de diversos públicos, nacional e internacionalmente, entre eles até mesmo os que não costumam frequentar estes estabelecimentos.

Uma crise deste nível mexe com a estrutura de uma sociedade e acarreta em mudanças culturais, como aconteceu no caso da boate de Santa Maria. Faz com que centenas de pessoas comecem a pensar que as inúmeras negligências, que ficam por baixo de um ambiente aparentemente agradável, com uma bela decoração e atrações que chamam a atenção de diversos públicos, poderiam ser consideravelmente evitadas se houvesse um profissional para isso.

Ao abrir uma boate, por exemplo, após a escolha do estilo da organização, é necessário que toda a estrutura e licenças recomendadas estejam dentro da lei. Deve-se respeitar o número máximo de pessoas que a casa suporta, onde possa haver espaço para que o público se divirta e circule livremente pelo ambiente, possibilitando em caso de emergência que haja evacuação rápida do local. Para isso, deve ser feita ainda uma visita da vigilância sanitária, verificando se o ambiente está dentro de todas as normas de segurança exigidas, evitando uma situação de crise. Aí entra o profissional de Relações Públicas.

O RP é o profissional mais indicando para este tipo de situação. Ele pode agir antes, durante e após a crise. No caso das casas…

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