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Notícias e Artigos

NA TEIA DAS RELAÇOES SOCIAIS
Na teia das relações sociais
Publicado em: 14/05/2015
Na teia das relações sociais

A importância das Relações Públicas para o mercado brasileiro atual

Afinal, o que é preciso para ser um RP acima da média? O que falta para que a profissão seja mais reconhecida no mercado de trabalho brasileiro atual? Essas e outras questões trouxeram à tona um debate muito importante para a compreensão da atividade de Relações Públicas no Brasil. O maior campo de atuação de um RP, ao contrário do que a maioria das pessoas acha, está dentro das organizações. O foco maior se encontra na área de planejamento estratégico e gerenciamento das redes sociais.

É curioso e, até mesmo, intrigante pensar que uma profissão tão importante e decisiva para o mercado econômico pode não ser levada a sério ou conhecida pela maioria das pessoas. A influência do contexto brasileiro na época em que a área começou a ganhar visibilidade, tanto a redemocratização quanto o processo de globalização, mudou bastante a forma de pensar do brasileiro diante da profissão. Essa novidade, que veio acompanhada pelas mudanças provocadas pela industrialização, obrigou a sociedade e também as organizações a reformularem seus pontos de vista e metodologias comunicacionais. Ou seja, o foco passou a ser outro: agradar todos os públicos.
"A profissão é ainda muito jovem e tem muito o que conquistar, mas a gente chega lá!".
O jovem empreendedor formado pela PUC-RS e idealizador da Todo Mundo Precisa de um RP (TMPRP), Guilherme Alf, levantou alguns aspectos determinantes para a compreensão do cenário atual de Relações Públicas no país. Quando questionado sobre o motivo pelo qual RP não tem tanta visibilidade por aqui, Alf responde que "isso está diretamente ligado ao fato de que o Brasil é um país que apenas segue tendências, mas de uma forma mais atrasada em relação aos demais. Em paralelo a isso, o comportamento do brasileiro - que não é tão moderno…

Protestos contra governo geram debate entre ativistas
Protestos contra governo geram debate entre ativistas
Publicado em: 13/05/2015
Protestos contra governo geram debate entre ativistas

Militantes discutem as manifestações que levaram milhares às ruas

Nos dias 15 de março e 12 de abril, centenas de milhares de pessoas foram às ruas para protestar contra o governo Dilma Rousseff, que vem sendo alvo de numerosas críticas ao longo dos últimos meses. Esse movimento, composto por uma multidão de grupos com diversas reivindicações e opiniões por vezes contraditórias, não tem um foco claro senão o impeachment da presidente, que é acusada de encobrir a existência de redes de corrupção no interior da mega-estatal Petrobras. Em meio à fragmentação política, o debate entre ativistas e críticos dessas manifestações só tem crescido.

Embora esse tipo de manifestação seja abertamente reconhecido como democrático, preocupações acerca de sua integridade e consistência têm levado a um debate cada vez maior entre organizações civis com diferentes opiniões sobre o rumo a ser tomado pela sociedade brasileira. Entidades como o Movimento Brasil Livre e o Vem Pra Rua, que foram essenciais na articulação das manifestações, têm sido confrontadas diretamente pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Central Única de Trabalhadores (CUT), que defendem o governo Dilma e acusam os manifestantes de golpismo. Para contrapor as visões desses grupos, a RP Atualidades procurou um ativista e uma crítica das manifestações, ambos jovens envolvidos na militância política que vem dividindo opiniões por todo o Brasil.

Tiago Menna, 27 anos, é desenvolvedor de sistemas e integrante do Movimento Brasil Livre (MBL), que vem organizando protestos contra o governo Dilma Rousseff desde novembro de 2014. Caroline Scherer, 23, é estudante de Relações Internacionais na UFRGS, militante estudantil e membro do Centro Estudantil de seu curso e da diretoria da União Estadual dos Estudantes - Livre (UEE-Livre). A seguir, reproduzimos suas respostas para uma série de perguntas sobre o conturbado cenário político em que eles vêm desenvolvendo sua luta.
RP Atualidades: Como…

Arena do Grêmio e patrimônios históricos como fontes de inspiração
Arena do Grêmio e patrimônios históricos como fontes de inspiração
Publicado em: 2/07/2014
Arena do Grêmio e patrimônios históricos como fontes de inspiração

Nádia Raupp Meucci, mulher batalhadora e de personalidade forte, escolheu viver assim, livre, atrás do que ama. Tem sede de saber. Sua caminhada é a da arte e da verdade. São 25 anos de fotografia, com projetos autorais que podem ser visitados no site fotonadia.art.br. Entre eles o projeto Era Uma Vez Uma Cidade... onde ela faz um registro documental fotográfico de detalhes arquitetônicos antigos de cidades históricas gaúchas e brasileiras. Este material fotográfico já foi base para quase 30 exposições fotográficas e se transformará em livros fotográficos, seu próximo projeto.

Vitório Gheno, por sua vez, inaugurou no último 29 de abril uma exposição onde apresenta sua mais recente e inédita série chamada Humaitá – iniciada em 2013 e apresentada pela primeira vez nesta última mostra – ao lado das séries anteriores Aldeias Urbanas (iniciada em 2001) e Fileiras (iniciada em 2009), que continua sendo desenvolvida.

Foi durante o período em que foi colaborador na Arena do Grêmio, que seu olhar aguçado e artístico percebeu no bairro Humaitá a simplicidade do casario existente, mas especialmente na riqueza pictórica dos materiais utilizados em sua construção, muitos deles garimpados em lixões. E os alegres habitantes do bairro que fazem dessas construções seus lares, onde com suas famílias têm seus momentos de lazer e alegria.

Nádia começou a fotografar o Bairro Humaitá durante 2012 e 2013, nas idas e vindas que fazia com Vitório à Arena, emprestando ao artista a infraestrutura necessária para o trabalho dele no novo estádio tricolor. Vitório utilizou, como referência, as fotos de Nádia, para criar e desenvolver suas novas telas, pertencentes a esta recente série.

Vitório tem a graça no olhar, no sorriso, nas suas pinturas e na sua vida: é um artista completo. Que carrega consigo uma trajetória magnifica, e assim segue pintando –  gloriosamente –  e encantando gerações. Para ele, o meu…

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